Com mais de seis décadas de atuação e reconhecimento entre os melhores hospitais do mundo pelo quarto ano consecutivo, o Grupo Santa reforça que inovação tecnológica e atendimento humanizado caminham lado a lado. Durante participação no JBr Talks – Especial Top of Mind, a diretora assistencial do grupo, Noângela Nascimento, falou sobre os desafios de manter elevados padrões de qualidade, a expansão da rede hospitalar e a importância de oferecer uma assistência centrada no paciente.
Segundo a diretora, a trajetória do Hospital Santa Lúcia, inaugurado junto com os primeiros anos de Brasília, representa ao mesmo tempo um privilégio e uma responsabilidade. Ela afirma que a história construída ao longo de mais de 60 anos serve como combustível para seguir investindo em qualidade, segurança assistencial e inovação, sem deixar que o passado limite a visão de futuro.
“A história é importante para nos impulsionar, mas precisamos olhar sempre para frente”, destacou na entrevista.
Durante a conversa com o jornalista Marcelo Chaves, um dos principais reconhecimentos citados foi a presença do Hospital Santa Lúcia, pelo quarto ano consecutivo, entre os melhores hospitais do mundo no ranking da revista norte-americana Newsweek. Para Noângela, o resultado é consequência de uma cultura organizacional baseada na segurança do paciente e na busca contínua pela qualidade assistencial.
Ela explica que o principal compromisso da instituição é garantir uma jornada segura ao paciente, oferecendo atendimento de excelência desde o primeiro contato até a alta hospitalar. Para isso, a equipe trabalha com protocolos rigorosos, processos monitorados e constante avaliação dos serviços prestados.
Outro ponto destacado durante a conversa foi a expansão do Grupo Santa para outros estados brasileiros. Além das unidades no Distrito Federal, a rede já possui hospitais em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e, mais recentemente, São Paulo. De acordo com a diretora, o crescimento leva para outras regiões um modelo assistencial consolidado em Brasília, mantendo os mesmos protocolos e o mesmo padrão de atendimento independentemente da unidade escolhida pelo paciente.
Noângela ressaltou ainda que a assistência prestada pelo grupo se apoia em três pilares considerados fundamentais: cuidado coordenado, cuidado capacitante e cuidado personalizado. Na prática, isso significa integrar todas as equipes envolvidas no tratamento, buscar devolver o paciente às suas atividades com mais qualidade de vida e adaptar cada atendimento às necessidades individuais de cada pessoa.
Segundo ela, esse modelo representa uma mudança importante na forma como a medicina é conduzida, deixando de focar apenas na doença para olhar o paciente como um todo.
Durante a entrevista, a diretora também fez uma distinção entre segurança do paciente e experiência do paciente. Embora os dois conceitos caminhem juntos, ela explica que um hospital seguro não é aquele que nunca enfrenta eventos adversos, mas sim aquele que aprende com eles, revisa processos e implementa melhorias permanentes.
Além da segurança clínica, ela defende que a percepção de acolhimento é determinante para uma boa experiência hospitalar. Isso envolve desde processos bem estruturados até uma equipe preparada para estabelecer conexão com o paciente e seus familiares.
A tecnologia também ocupa papel central na estratégia do Grupo Santa. No entanto, segundo Noângela, a inovação só faz sentido quando facilita o trabalho das equipes e permite que os profissionais tenham mais tempo para dedicar ao contato humano.
Para ela, equipamentos modernos, sistemas inteligentes e protocolos digitais não substituem o acolhimento. Pelo contrário: quando utilizados de forma adequada, ampliam a capacidade de oferecer uma assistência mais próxima, eficiente e personalizada.
O próximo passo da instituição, segundo a diretora, é fortalecer a identidade assistencial conhecida como “Jeito Santa de Cuidar”, iniciativa que busca padronizar comportamentos, processos e experiências em todas as unidades do grupo.
“O nosso grande foco é entregar um cuidado personalizado, coordenado e capacitante, sempre sustentado pela segurança assistencial para proporcionar a melhor experiência ao paciente”, concluiu.
O episódio na íntegra já está disponível no YouTube além dos cortes da gravação nas redes sociais do Jornal de Brasília.
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