A governadora Celina Leão inaugurou, neste sábado (9), dois reservatórios de água tratada em Sobradinho, com investimento de R$ 21,9 milhões pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). As estruturas, com capacidade total de 8 milhões de litros, beneficiarão mais de 355 mil moradores de Sobradinho, Sobradinho II, Itapoã, Paranoá e condomínios nessas regiões, integrando o Sistema de Abastecimento de Água Norte.
Durante a solenidade, Leão assinou ordens de serviço para a implantação de uma nova adutora no Sistema de Abastecimento de Água Norte e a construção de uma rede de captação de águas pluviais no condomínio Vivendas Bela Vista, no Grande Colorado, em Sobradinho II. A adutora Taquari 031 receberá R$ 6,1 milhões em infraestrutura e R$ 9 milhões na tubulação, totalizando 4,9 km de extensão em ferro fundido de 600 mm de diâmetro, derivando da adutora Taquari 030 para abastecer Itapoã e Paranoá.
A rede de drenagem, com investimento superior a R$ 10 milhões executados pela Novacap, beneficiará mais de 2,3 mil residentes do condomínio, que ocupa 100 hectares com 19 conjuntos habitacionais e 719 lotes. O sistema promoverá a infiltração da água no solo, com caixas em cada lote e intermediárias nas ruas, evitando escoamento externo e reduzindo alagamentos e erosões durante as chuvas.
“Nós não estamos fazendo um planejamento somente para esse momento. É um planejamento de futuro também, prevendo o crescimento da cidade”, afirmou a governadora. Ela destacou o orgulho pela Caesb, uma das melhores do Brasil, e as melhorias no abastecimento que eliminaram interrupções anteriores, beneficiando comércio e moradores.
O presidente da Caesb, Luis Antônio Reis, explicou que os reservatórios interligam os sistemas Paranoá e Sobradinho, aliviando a demanda no sistema Pipiripau de Planaltina. “Essa água vai distribuir aqui pela BR-020, vai interligar com o outro reservatório que nós já temos aqui na região dos condomínios e vai chegar até a Fercal”, disse.
Altair Alves Costa, presidente da comissão de obras do condomínio e morador há 15 anos, relatou os transtornos causados pela drenagem precária, como danos no asfalto e alagamentos nas casas. “Essa obra é um complemento depois da regularização da nossa área”, completou.
Com informações da Agência Brasília
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